Em um editorial publicado pelo Wall Street Journal, o fundador do Alibaba, Jack Ma, reiterou a intenção de seu site de só vender produtos originais que não violam marcas protegidas por lei. O texto surge como resposta a afirmações atribuídas a ele que afirmavam que produtos piratas “tinham melhor qualidade e preços menores que os originais”.

Argumentando que sua fala foi tirada de contexto, Ma afirma que sua companhia tem “tolerância zero” com aqueles que “copiam as propriedades intelectuais dos outros”. Para completar, o executivo afirma que a venda de produtos piratas pode ser comparada aos atos de um ladrão comum.

No entanto, o fundador do site admite que as dinâmicas do mercado atual deixam abertura para a presença de alguns produtos pirateados. Ele também trata de como a diminuição da demanda por produtos chineses no Ocidente está forçando muitas empresas a se adaptarem a um novo contexto de forma a não deixar linhas de produções paradas.

Para exemplificar a maneira ativa como o Alibaba procura anúncios falsos, ele afirmou que, a cada bolsa falsa denunciada pela Gucci, pelo menos oito ofertas semelhantes já haviam sido derrubadas pela loja. Por mais que o discurso do executivo pareça se contradizer em certos pontos, o fato é que a posição oficial do serviço é contra os bens de consumo falsificados — o que não significa que ele vá conseguir acabar de vez com a venda de produtos com tais características.

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