Embora os computadores – e até smartphones – modernos sejam milhares de vezes mais poderosos que os primeiros aparelhos eletrônicos criados pouco depós da Segunda Guerra Mundial, o fato é que ainda existem limitações significativas em algumas áreas.

Os problemas geralmente aparecem quando você precisa realizar uma simulação ultrarrealista com centenas de milhares de variáveis ou então tenta simular corretamente o comportamento de fluidos e plasmas complexos.

Pensando nessas limitações, a DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), dos Estados Unidos, quer criar uma nova arquitetura de processamento capaz de resolver equações manipulando valores de forma contínua.

De olho no futuro

Embora a mecânica de computadores mais antigos esteja inspirando a nova empreitada, isso não significa que veremos novamente sistemas analógicos em ação. Em vez disso, a agência está se focando em conceitos como engenharia ótica e até computação de DNA.

O objetivo é criar no futuro computadores que sejam capazes de processar problemas bem específicos e ajudar assim a criar uma nova era de simulações super-realistas, predições e descobertas científicas que os sistemas atuais não conseguem nem imaginar.

Grupos de pesquisa que têm interesse em projetos do gênero podem entrar em contato com a DARPA e ajudar no desenvolvimento da nova tecnologia.

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