(Fonte da imagem: StatCounter)

Uma pesquisa feita pela StatCounter aponta que o Google Chrome cresceu em 700% sua participação no mercado de navegadores e se tornou a escolha de 20% dos usuários da internet. Em junho de 2009, o programa da Google era usado por somente 2,8% das pessoas, enquanto o trono era ocupado pelo Internet Explorer, utilizado por 59% - apesar de manter o posto, o produto da Microsoft agora só é utilizado por 44% dos usuários.

A metodologia utilizada pela StatCounter tem como base a quantidade de cliques feito em sites utilizando cada navegador, não seu número real de usuários. Isso explica o grande crescimento do Chrome, e dá a entender que as pessoas que passam mais tempo na internet estão abandonando o produto da Microsoft e migrando para os concorrentes mais próximos, o que inclui o Firefox e o Opera.

Segundo o CEO do serviço, Aodhan Cullen, a realização da Google pode ser considerada um feito soberbo. A companhia monitora 15 bilhões de pageviews por mês, através de uma rede que engloba mais de 3 milhões de sites espalhados pelo mundo. O crescimento do Chrome fica mais evidente na América do Sul, na qual o navegador ocupa o segundo lugar na preferência dos usuários.

Net Application

Outra pesquisa, realizada pelo serviço Net Application, também mostra o crescimento rápido do Chrome, porém indica uma participação de mercado de somente 13%. O primeiro lugar pertence ao Internet Explorer, com 54%, enquanto a vice-liderança fica com o Firefox, com participação de 22%.

A metodologia usada pela companhia leva em conta o número real de usuários de cada navegador, o que explica uma participação menor do Chrome em relação à pesquisa feita pela StatCounter. Ao todo, são rastreados 40 mil sites, que mostram que a participação do produto da Google aumentou quase 50% no período que vai de agosto de 2010 a junho de 2011.

A Net Application também monitora dispositivos móveis, com dados que revelam que cerca de 5% da navegação na internet ocorre a partir de tablets e smartphones. A tendência é especialmente forte nos Estados Unidos, país em que 8,2% das conexões se dão através de aparelhos portáteis.

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