A Samsung, a Nokia e a LG já desenvolveram protótipos de tablets ou smartphones com telas OLED flexíveis, mas os produtos que chegaram aos consumidores, como o LG G Flex, ainda não são tão maleáveis quanto se esperava. Agora, parece que displays realmente dobráveis ficam cada vez mais próximos.

Kateeva, uma startup com sede na Califórnia, Estados Unidos, desenvolveu um novo método de produção do display que promete ser mais barato e eficiente. A empresa criou um processo de impressão que protege as unidades OLEDs da tela. Uma espécie de cápsula resguarda os diodos orgânicos e faz com que eles resistam ao contato com oxigênio e água.

Transpassando obstáculos

Até então a fragilidade das telas vinha impedindo a Samsung de produzir esse tipo de display em larga escala. Após submetidas a umidade e oxigênio, as telas de OLED flexíveis ficavam quase inutilizadas.

Outro empecilho para a adoção da tecnologia era a dificuldade de implementação da substância ITO, utilizada para o touchscreen. Frágeis, esses eletrodos quebravam com a flexibilidade da tela. Felizmente a empresa finlandesa Canantu já encontrou uma forma de contornar o problema: ela utiliza nanotubos de carbono que resistem ao movimento e o mantém resitente. Sendo assim, não deve faltar muito para telas flexíveis chegarem às prateleiras.

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