Há duas situações que você provavelmente não teria passado caso já existissem aparelhos eletrônicos com telas transparentes e pseudotransparentes.

A primeira delas é mais doméstica: você faz uma faxina completa em casa e descobre bolas de poeira atrás de sua televisão.

A segunda nem todos saberão como é tê-la vivido: ao digitar uma mensagem na tela do iPhone, sua mão obstrui a visão e faz você obrigar-se a removê-la da frente das teclas para descobrir onde estão.

Invisível

A solução para a primeira situação já não está mais tão longe da realidade domiciliar, pois graças às telas de OLED transparente será possível saber como está a limpeza atrás do seu monitor ou televisor. E também, além de facilitar a limpeza, esse tipo de tela economiza muito mais energia, uma vez que não usa luzes traseiras ou laterais para fazer a tela brilhar.

Além disso, devido ao material a partir do qual é construída, a tela OLED também pode ser adaptável a várias outras superfícies, assim como a do vidro e de certos metais. Imagine assistir a um filme em uma janela ou utilizar uma mesa que serve como computador! Saiba mais sobre estas telas (transparentes ou não) clicando aqui.

Truque bem feito

Por sua vez, a segunda situação utiliza outro tipo de tela (pseudotransparente) a qual nada mais é do que uma tela LCD simples com: suporte a multitouch, uma câmera localizada na parte de trás do aparelho, para filmar as mãos do usuário, e uma película sensível ao toque (também no verso).

O aparelho que contém todos esses itens foi inicialmente desenvolvido pela Microsoft em 2005 e chamava-se Lucid Touch. Contudo, em 2009, devido ao seu tamanho demasiadamente “avantajado”, o aparelho ganhou um sucessor: o NanoTouch, o qual possui uma tela que cabe na palma da mão (ao invés de ser do tamanho de um livro).

Basicamente, a única diferença entre ambos é o tamanho, pois a funcionalidade é a mesma para os dois: é possível utilizar todos os dez dedos (polegares na tela multitouch frontal e o resto dos dedos atrás) e arrastar objetos de até 1,8 milímetros (mínimo) - diferente do iPhone que somente reconhece toques de até 4 milímetros.

A tecnologia funciona mais ou menos assim: a câmera captura as imagens dos dedos atrás da tela, a película sente onde os toques foram realizados e, a partir dessas duas informações, a tela exibe a imagem capturada pela câmera - ao mesmo tempo em que executa as ordens recebidas pelos dedos.

Outra utilidade para as telas pseudotransparentes é a de criar papéis de parede dinâmicos, ou seja, wallpapers que mostram exatamente aquilo existente atrás do monitor, dando a impressão de uma tela transparente. No entanto, caso as telas OLED transparentes fossem utilizadas, isso seria possível sem a necessidade de simular coisa alguma.

E você usuário? Qual dessas tecnologias é mais interessante? Acharia interessante um meio termo entre as duas? Opine!

Cupons de desconto TecMundo: