Depois de alguns anos de processo, o caso da ZeniMax contra a Oculus VR finalmente foi ao júri nos EUA. O diretor técnico da criadora do Oculus Rift, John Carmack, teria levado tecnologia desenvolvida em sua antiga empresa ZeniMax/ID Software para a concorrente e, com isso, teria produzido o dispositivo de realidade virtual que todos conhecemos.

Segundo o relato do Polygon, o julgamento foi bem acalorado, com advogados acusando as partes adversárias de roubo, má fé e de estarem com inveja, entre outros “insultos educados”. Os acusadores pediram uma compensação pelo suposto uso indevido da tecnologia desenvolvida em suas dependências de US$ 2 bilhões. Eles também pediram mais uma multa punitiva de igual valor, e a soma dessas duas chega então aos US$ 4 bilhões.

Primeira encarada

Como essa é a primeira vez que o caso encara esse júri, é provável que a decisão final ainda possa ser apelada, tanto contra ou a favor da Oculus VR, que foi comprada pelo Facebook. Esse fato, inclusive, foi decisivo no caso, que só foi levado à justiça inicialmente depois transação com a empresa de Mark Zuckerberg.

Até agora, houve vários desentendimentos entre as partes, com uma série de acusações trocadas. O pessoal da Oculus teria apagado definitivamente vários computadores quando foram avisados que de a justiça iria até a empresa pegar os dispositivos, e a ZeniMax/ID Software nunca teria dado importância para VR até o Facebook comprar a Oculus VR.

Quando a decisão final do júri for tomada, você ficará sabendo se a Oculus foi condenada a pagar os US$ 4 bilhões ou se a empresa venceu o processo. Fique ligado no TecMundo.

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