(Fonte da imagem: Reprodução/The New York Times)

Atualmente, a maior parte das telas utilizadas por nós são retas, com leves curvaturas em casos raros. Mas o fato é que isso está para mudar em um futuro próximo, segundo o The New York Times: logo, televisores esféricos podem se tornar uma realidade comum.

Antes de tudo, é bom deixar claro que não estamos querendo dizer que logo trocaremos as telas de nossos computadores por algo semelhante a enormes bolas de cristal. A tecnologia tem como objetivo ser usada em museus e escolas para ser um substituto do bom e velho globo terrestre, permitindo que informações especiais fossem apresentadas em sua superfície.

Custos e limitações

Parece uma ideia interessante, não? Só há um pequeno problema nisso: os poucos globos digitais produzidos hoje em dia custam até 40 mil dólares (R$ 82 mil), o que torna a tecnologia inviável.

(Fonte da imagem: Reprodução/The New York Times)

Isso, porém, deve mudar dentro de pouco tempo, se as previsões de Mike Foody, presidente da Global Imagination, estiverem corretas. De acordo com ele, esse preço deve diminuir drasticamente dentro de um ou dois anos, caindo para apenas 2,5 mil dólares (R$ 5,1 mil).

Com essa enorme queda de valor, que pode caber no orçamento de muitas escolas, não é impossível pensar que em um futuro próximo as próximas aulas de história e geografia tornem-se completamente interativas com globos digitais – resta saber as chances que essa tecnologia tem de chegar ao Brasil.

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