Embora a Nokia tenha perdido grande parte de seu prestígio dentro do setor de telecomunicações, a empresa já foi considerada a maior fabricante do segmento, liderando com folga o mercado de celulares. Hoje, sem o sua divisão de dispositivos móveis que foi vendida para a Microsoft – que recentemente vendeu a parte de feature phones para uma subsidiária da Foxconn, na China –, a marca quer se reestruturar e voltar com tudo para a briga.

Uma das iniciativas da Nokia para conseguir isso não deve agradar os trabalhadores da empresa. Nos próximos meses, de acordo com o sindicato finlandês, a gigante deve cortar entre 10 mil a 15 mil vagas de emprego ao redor do mundo para reduzir os custos. Pode parecer muito – e realmente é –, mas isso representa apenas 14% da mão de obra total da Nokia, que há poucos meses adquiriu a franco-americana Alcatel-Lucent. O objetivo final da companhia é diminuir os custos administrativos em US$ 1 bilhão até o ano de 2018.

E o novo smartphone?

Embora pareça contraditório que o plano de reestruturação envolva a demissão de milhares de funcionários, a manobra é essencial para concentrar os esforços naquilo que importa. Nos últimos meses, diversos rumores sobre o suposto novo smartphone da Nokia circularam pela web, mas ainda não tivemos um posicionamento oficial da companhia. Sem foco, é improvável que esse aparelho realmente saia do papel.

Sem foco, é improvável que esse aparelho realmente saia do papel

De acordo com as últimas informações, esse novo smartphone viria equipado com um chipset da Qualcomm, o Snapdragon 820 com quatro núcleos. Ele traria 4 GB de memória RAM e seria oferecido com versões que variam de 32 GB a 128 GB para armazenamento interno. A câmera principal teria 21 megapixels e o preço final seria de US$ 461 (aproximadamente R$ 1.650 em conversão direta na cotação atual), o que o colocaria como um boa competidor para o mercado.

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