Lançado oficialmente no dia 3 de março, o Nintendo Switch quase teve um sistema operacional bastante diferente. Segundo um dos conselheiros da Cyanogen, a companhia japonesa buscou ajuda no passado para desenvolver uma plataforma que reaproveitaria recursos da versão alternativa do Android.

Segundo Kirt McMaster, a Nintendo entrou em contato com ele para construir um sistema “para um certo portátil”. No entanto, ele negou a oferta da companhia que é casa do Mario de uma forma não muito educada — o que, em retrospectiva, pode não ter sido uma decisão muito sábia.

É fácil entender os motivos pelos quais a Cyanogen não aceitou a oferta: contrariando a filosofia da empresa, a Nintendo provavelmente optaria por uma série de restrições à maneira como o software funciona. No entanto, McMaster parece ainda estar aberto a uma possível parceria em uma “versão 2” do console.

O conselheiro também afirmou que, embora o sistema operacional do Switch tenha alguns resquícios do Android, ele se trata essencialmente de um kernel customizado. Conhecida até pouco tempo como uma das maiores distribuições personalizadas do Android, a Cyanogen chegou ao fim em dezembro de 2016 após decisões de negócio que resultaram em uma declaração de falência.

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