O phablet Nexus 6, fabricado pela Motorola em parceria com a Google, foi apresentado em outubro de 2014 com um bom hardware e recursos interessantes, como o sistema de carregamento Turbo Charger. Porém, uma função foi tirada de última hora, poucos meses antes do lançamento do aparelho: um sistema de identificação por biometria.

O sensor de impressões digitais foi identificado pelo site Arstechnica, que vasculhou arquivos internos do dispositivo em busca de pistas. Aparentemente, isso não era só um rumor: um protótipo avançado do phablet contava com a função e o próprio Android Lollipop apresentaria integrações com a ferramenta.

A responsável pela biometria seria a Validity Sensors, uma parceira da Synaptics, que costuma fornecer a tecnologia para fabricantes. Aparentemente, o Nexus 6 seria mesmo a estreia em aparelhos da família, sendo que as funções integradas incluíam "escaneamento, identificação e remoção", utilizadas como tela de bloqueio e acessório de segurança.

Ao contrário de outros sensores, em que o dedo deve ficar imóvel na posição, essa tecnologia envolvia mais o deslizar do que a simples leitura (o "swype" dos aparelhos Android). Comandos como "impressão digital lida rápido demais" e um para que você colocasse partes do dedo confirmam isso. Apesar da rejeição na primeira tentativa, esse pode não ser o fim da linha: a biometria pode ter sido somente adiada para uma futura geração de Nexus a ser lançada em 2015.

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