Ted Sarandos, executivo do Netflix. (Fonte da imagem: Reprodução/Contactmusic)

Não é de hoje que o serviço de transmissão de conteúdo Netflix está mudando a maneira como as pessoas assistem aos seus programas preferidos. Afinal de contas, você pode acessar os episódios daquele seriado bacana ou um determinado filme quando quiser — algo que é muito prático e está atraindo uma quantidade cada vez maior de pessoas.

Além disso, a produção própria de conteúdo — o recente sucesso “Orange is the New Black” é um exemplo disso — tem sido algo que proporcionou ótimos retornos à empresa. Dessa maneia, o pessoal do Netflix está planejando aumentar a sua área de atuação e começar a mexer com o cinema também.

Grandes ideias surgindo

Na Film Independent, evento voltado para filmes independentes, o “cabeça” do Netflix Ted Sarandos falou sobre o desejo de a empresa financiar seus próprios filmes. No entanto, eles não desejam parar em pequenas produções, sendo que também há a vontade de trabalhar com a transmissão de estreias grandes, assim como acontece em salas de cinema.

Ao contrário do que muita gente pode imaginar, pessoas bem importantes acreditam que isso pode acontecer, como é o caso de George Lucas e Steven Spielberg. De maneira geral, eles afirmam que o mercado de cinema está mudando, assim como a distribuição dos filmes, de maneira que as pessoas devem ter a escolha de assistir às produções em casa.

Algo promissor...

Cena de "The Orange is the New Black", do Netflix. (Fonte da imagem: Reprodução/iheartberlin)

É claro que muita gente vai querer ver alguns determinados filmes no cinema, principalmente os blockbusters — Homem de Ferro, Batman, ente outros. No entanto, há uma quantidade considerável de títulos que são melhores apreciados na calma do sofá de uma residência. Além disso, pagar uma quantia fixa pelo streaming de um filme sai mais em conta do que levar a família inteira ao cinema.

E, como nota o pessoal do site First Showing, a indústria do cinema parece preocupada com a decisão do Netflix de produzir seus próprios filmes, já que eles não teriam como ganhar dinheiro com a concessão de direitos. Dessa maneira, é provável que um dos serviços mais famosos de streaming esteja se preparando para novos e grandes passos — e quem ganha somos nós, não é mesmo?

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