RockMelt

Fonte da imagem: Reprodução/RockMelt

O RockMelt é um novo navegador social, lançado nesta segunda-feira (8) para competir com o Flock na conquista de usuários fortemente integrados a redes sociais. Projeto apoiado por Marc Andreessen (criador do primeiro navegador da internet, o Mosaic), o RockMelt possui download restrito durante sua fase Beta: somente convidados podem baixá-lo. Contudo, apesar de estar dando o que falar, sua integração se foca no Facebook e outros serviços – o Orkut está de fora.

A base usada pelo navegador é do projeto Chromium, a mesma usada pelo Google Chrome – por causa disso, a similaridade entre ambos é enorme. Porém, somente na aparência e na organização das abas a comparação se sustenta, pois o RockMelt apresenta diferenças significativas: duas barras laterais, um campo de pesquisa especial e um enorme botão “Share” (Compartilhar) no meio da barra de endereços.

Com a barra da esquerda o usuário interage com seus contatos online no Facebook: inicia conversas, manda mensagens privadas e posta comentários e links em murais. Já a barra da direita funciona como uma assinatura de RSS, com a diferença de ser possível conectá-la ao Twitter e outros serviços semelhantes.

A compatibilidade inicial do navegador acontece com Windows e Mac, ou seja, não é possível utilizá-lo via celular ou iPad, por exemplo. Assim como esse, outro fator que pode ser considerado um grande problema por muitos usuários é a quantidade de banda consumida pelo navegador para manter tudo atualizado – uma das causas disso seria ele pré-carregar resultados de pesquisas para facilitar o acesso caso o usuário clique no item da pesquisa.

Muitos usuários já reclamaram do RockMelt e disseram preferir reunir suas redes em um só serviço para não precisar acessar todos. Aliás, o navegador exige a criação de uma conta na qual todas as redes sociais devem ter seu login informado.

Isso também gerou desconfiança por parte dos usuários, uma vez que o navegador tem acesso completo às informações dos usuários, bem como outros dados de navegação – que poderiam ser vendidos para empresas de propaganda, fazendo sua caixa de entrada ficar cheia de spams. Porém, este ainda é o primeiro dia do navegador: provavelmente muitos rumores surgirão até algo ser confirmado.

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