A Airbus Defense & Space, na Alemanha, utilizou uma impressora 3D para desenvolver um propulsor de platina e ródio. O formato foi esculpido por um raio laser dentro de um recipiente com metal em pó — quando pronto, ele ainda sofreu mais de 600 ignições em uma hora continuamente para garantir que nada desse errado.

Esse batismo de fogo foi um dos testes mais duros já feitos pela instituição: "As ignições incluíram um aquecimento único de 32 minutos seguidos, no qual a temperatura alcançada foi de 1.253 °C. Isso mostrou que o desempenho é comparável ao do propulsor tradicional, mesmo sendo feito por uma impressora 3D", disse Steffen Beyer, gerente do projeto.

De acordo com Beyer, a meta era chegar a um método de produção que fosse mais barato, reduzindo os custos com materiais. Abaixo, você acompanha o vídeo do teste.