Lixo espacial é um problema

Um dos maiores problemas resultantes da ambição humana na conquista do espaço é o lixo espacial resultante de satélites e equipamentos obsoletos. Há algum tempo, a NASA vem pesquisando maneiras de diminuir e, se possível, acabar de maneira definitiva com todos esses detritos que orbitam o planeta. Recentemente, alguns pesquisadores do Ames Research Center vieram com a ideia de utilizar lasers para resolver o problema.

E como isso funcionaria?

A ideia principal é utilizar um raio de 5 KW para diminuir a velocidade das peças o suficiente para que elas pudessem fazer a reentrada na atmosfera terrestre, ocasionando na queima do lixo galáctico. Uma maneira relativamente simples de utilizar toda a potência da Terra para diminuir um problema causado pelo próprio homem.

Quais os riscos do lixo espacial?

Atualmente estima-se que 200 mil peças consideradas inúteis orbitam a Terra, e esse número tende a crescer cada vez mais, já que novas missões espaciais e satélites são lançados diversas vezes ao ano.

Além de poluir o espaço, esse lixo apresenta um grande risco para os satélites e também para as naves enviadas à ISS ou rumo aos planetas do Sistema Solar. Quanto mais material inútil estiver orbitando a Terra, maiores são as chances de uma colisão, a qual pode ser fatal para funcionamento dos equipamentos ou, em alguns casos, para a tripulação a bordo.

Estima-se que, utilizando o laser, seria possível eliminar cerca de 10 peças de lixo espacial por dia. Com isso as viagens rumo ao desconhecido e o lançamento de satélites seriam bem mais seguros.

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