Cientista manipulando o material.

Fonte: NASA

A fim de coletar dados espaciais com maior precisão, a NASA desenvolveu um novo material dez vezes mais escuro que a tinta mais preta conhecida atualmente. Trata-se de uma rede formada por vários tubos de carbono de apenas um nanômetro de diâmetro, organizados sobre o titânio.

Cerca de 40% dos registros fotográficos feitos pela NASA são inutilizados devido à interferência luminosa. Isso ocorre porque, mesmo revestidas com a tinta Z306 (a mais escura conhecida atualmente), as paredes internas das câmeras refletem parte da luz e poluem a amostra.

Comparação de imagens feitas com a tinta preta e os nanotubos de carbono.

Por conta da sua estrutura, o novo material absorve cerca de 99,5% da luz entre os nanotubos. Isso praticamente elimina os problemas de contaminação luminosa e tornam os dados muito mais precisos. Segundo o site da NASA, o material está próximo da sua produção final e deverá ser utilizado pela primeira vez pela equipe ORCA para mapear a fotossíntese marinha no planeta.

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