Tente se lembrar da tela do primeiro celular que você viu na vida. Certamente, ela era muito menos brilhante e tinha resoluções bem menores do que os displays atuais podem oferecer. Pois existem pesquisadores da universidade de Princeton (nos Estados Unidos) que querem fazer com que as possibilidades sejam ainda maiores. Para isso, eles acabaram de desenvolver uma nova tecnologia muito interessante.

O grupo liderado por Stephen Chou aplicou um conceito capaz de aumentar as capacidades de células solares para modificar LEDs e gerar as possibilidades já mencionadas. Trata-se de um sistema nanoscópico que utiliza um setor dos LEDS chamado de “cavidade plasmônica” para direcionar a luz gerada nos LEDs para a parte externa da estrutura — Chou afirma que LEDs comuns emitem menos de 5% da luz gerada.

Como o Gizmodo afirma, é basicamente um mecanismo direcionador de luz e composto por um fio de 15 nanômetros de espessura. Com a superfície modificada, a luz emitida brilha de um modo mais eficiente e acaba permitindo telas mais brilhantes do que as atuais. Estima-se que isso possa representar 400% mais brilho do que LEDs atualmente no mercado, gerando menos calor e economizando energia.

O grupo de Chou está esperando a confirmação de algumas patentes para que possa começar a aplicar a tecnologia em telas de smartphones. Se tudo correr bem, é possível que em alguns anos já seja possível vermos esse tipo de tecnologia sendo empregada comercialmente. Será que os resultados serão tão bons quanto esperamos?

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