Pirataria? Fazer backup das próprias músicas se tornou ilegal na Inglaterra

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A Suprema Corte do Reino Unido tornou ilegal uma prática muito comum entre os consumidores de tecnologia. A partir de agora, o governo britânico reconhecerá o backup de arquivos de mídia como pirataria. Ou seja: quem comprar um disco original e realizar a extração dele para o computador estará cometendo um crime — de acordo com a nova lei.

Isso acontece porque havia um termo da lei antipirataria que aplicava exceções às "cópias privadas" — o que permitia o backup de arquivos em discos externos, Time Machines ou qualquer outro tipo de armazenamento. De acordo com o site 1709, o governo ainda não manifestou nenhuma reação que pareça favorecer os consumidores, por isso é difícil que essa lei seja revista em breve.

Por causa desses novos termos, alguns serviços de armazenamento em nuvem também terão que rever suas políticas. O Apple Music e o iTunes Match, por exemplo, terão que mudar a forma como trabalham na Inglaterra — impedindo que os usuários utilizem o armazenamento para salvar músicas de uma maneira ilegal, criando cópias não autorizadas.

Ainda não está claro como será feita a fiscalização dos usuários nem se vai haver algum tipo de relaxamento para quem possuir uma cópia privativa. O que se sabe é que essa lei parece bastante confusa e pouco eficaz contra o crescimento da pirataria.

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