menu
Logo TecMundo
Minha Série

Vendas de vinil lucram mais do que streaming gratuito de música

Apesar de se sair bem contra o lucro das contas digitais gratuitas, os LPs não chegam nem perto de arrecadar mais do que as plataformas pagas de streaming

Avatar do(a) autor(a): Rafael Farinaccio

schedule01/10/2015, às 12:55

Fonte: RIAA

Imagem de Vendas de vinil lucram mais do que streaming gratuito de música no tecmundo

Aparentemente, a cultura hispter não está fazendo tanta diferença assim no lucro da indústria fonográfica. A Recording Industry Association of America (RIAA; Associação da Indústria fonográfica da América) divulgou dados sobre o comércio musical no primeiro semestre de 2015 e mostrou que a venda de discos de vinil – que voltou a ter uma certa popularidade nos últimos anos – arrecadou US$ 226 milhões, cerca de R$ 904 milhões, pouco mais que o valor arrecadado com publicidade em plataformas gratuitas de streaming, como o Pandora ou o serviço não pago do Spotify, que não passou de US$ 163 milhões, em torno de R$ 652 milhões.

Ainda assim, ao contrário do que chegou a se pensar, as vendas de vinil não foram assim tão significativas diante dos valores arrecadados em serviços pagos de música. Essa fatia do mercado arrecadou US$ 478 milhões, aproximadamente R$ 1,9 bilhão. Tudo isso sem levar em conta o recente Apple Music, que entrou no ar após o período considerado na pesquisa.

smart_display

Nossos vídeos em destaque

undefined

Concorrência à altura

Além desses valores, os serviços de rádio digital contribuíram com mais US$ 387 milhões, cerca de R$ 1,55 bilhão, fazendo com que as plataformas digitais de música somassem cerca de 10 vezes mais do que a venda dos saudosos LPs. No fim das contas, o estudo mostra que as pessoas continuam gastando muito dinheiro com música, mas a verdade mina de ouro – como parece óbvio nos dias de hoje – realmente está nas transmissões digitais na internet.

Leia Mais

Para mais informações sobre os lucros da indústria fonográfica, acesse o estudo feito pela RIAA neste link.

Você acha que algum dia as mídias físicas vão recuperar seu lugar no mercado fonográfico? Comente no Fórum do TecMundo