Ontem, durante a apresentação do Apple Music, a empresa fundada por Steve Jobs mais uma vez surpreendeu a todos. Não com alguma nova tecnologia que vá impactar o modo como as pessoas ouvem suas músicas favoritas, mas no modo como isso vai impactar em seus bolsos.

Na versão de pacote familiar, o novo serviço permitirá que até seis pessoas tenham acesso a todo o catálogo musical da Maçã por apenas US$ 14,99 (aprox. R$ 47) por mês. No exterior, o Spotify cobra esse mesmo valor por um plano para apenas duas pessoas e US$ 29,99 (aprox. R$ 92,93) para um pacote com cinco integrantes.

E mesmo aqui no Brasil, onde o serviço é bem mais barato, o plano para cinco assinantes – que custa R$ 44,70 – não parece mais tão vantajoso. Pensando nisso, o Spotify já se prepara para reduzir os preços de seus planos em todo o globo, os tornando mais competitivos com os valores anunciados pela Apple.

Igualando a disputa

Jonathan Price, chefe global de comunicação e relações públicas do Spotify, disse ao The Verge: “Nós já temos preços familiares similares em alguns mercados e esperamos oferecer valores competitivos em todos os lugares em um futuro próximo”.

Ele exemplificou seu discurso ao citar a Suécia, onde um pacote para cinco pessoas custa cerca de US$ 20 (aprox. R$ 61,97). Como o Apple Music estará disponível em apenas 21 dias, e ainda por cima oferecendo os três primeiros meses de graça – contra US$ 0,99 lá fora e R$ 1,99 no Brasil –, é bom que esse futuro esteja realmente próximo.

Será que o Spotify, mesmo tendo uma base instalada de usuários tão grande, vai conseguir impedir que seu novo concorrente de peso domine o mercado dos aplicativos musicais? Com o Apple Music chegando também nos dispositivos Android e computadores com Windows, essa briga definitivamente vai ser acirrada.

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