(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

É difícil exagerar ao falar o quão grandes eram as esperanças sobre o Moto X antes de seu lançamento. O novo celular da Google, com sua mitológica capacidade de customização, guiou especulações de que, com a Motorola sob seu comando, a Gigante das Buscas poderia finalmente produzir um Android próprio capaz de rivalizar com a popularidade do iPhone da Apple e das linhas Galaxy da Samsung.

No entanto, ainda que o Moto X tenha se demonstrado um ótimo aparelho em termos de qualidade geral do hardware e do software, o alcance do dispositivo para os consumidores parece ter ficado aquém do esperado. De acordo com informações de uma companhia de análise de mercado, a Strategy Analytics, apenas 500 mil smartphones do modelo foram vendidos desde seu lançamento em agosto.

O número reacendeu a estranheza por parte da mídia especializada sobre os motivos da compra da Motorola pela Google, já que a linha Nexus continua sendo produzida por outros fabricantes e a divisão da empresa de celulares vem sofrendo prejuízos. Ainda assim, há esperança que o resultado seja melhor para o próximo aparelho da companhia, o Moto G, que deve ser lançado ainda hoje (13).

Estratégia lenta

A expansão recente do serviço online de customização para o Moto X, o Moto Maker, para outras grandes operadoras norte-americanas além da AT&T também poderia incentivar a movimentação de mais dispositivos no mercado, mas há quem acredite que a ação foi tomada tarde demais. Para um smartphone cuja campanha ressaltou o fato de ele ser montado dentro dos Estados Unidos, o fato do país não tê-lo recebido bem é uma ironia e tanto.

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