Belo Horizonte convida startups para se tornar uma 'Cidade Inteligente'

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Combinar a estrutura de cidades com tecnologia sempre resulta em uma melhor qualidade de vida para os habitantes. Com esse princípio, a Fumsoft (Sociedade Mineira de Software), em conjunto com a prefeitura de Belo Horizonte e a líder em conectividade American Tower do Brasil, deram início ao período de inscrições para o programa Acelera MGTI, a fim de atrair startups nacionais para a capital e torná-la referência no conceito de “cidades inteligentes”.

Ainda no começo da adoção da tecnologia para auxiliar o processo de planejamento e desenvolvimento de políticas urbanas, Belo Horizonte possui grande potencial tecnológico. A cidade é local de origem de diversas companhias que fazem sucesso ao redor do mundo, segundo o diretor-presidente da Prodabel, empresa de informática e informação do município, Leandro Garcia

. “Elas [startups] podem contribuir para otimizar a interação entre o poder público e as pessoas; ou até sugerindo abordagens inovadoras para desafios tradicionais da gestão pública”, completa.

(Fonte: Pixabay/Reprodução)

Explicando o conceito

Para esclarecer o conceito de “Cidade Inteligente”, a Fumsoft apresentará webinars nos dias 27 e 28 de maio. A apresentação do primeiro dia contará com a presença do Diretor Executivo da Softex, Edvar Pera Junior, um dos responsáveis pela transformação de Campinas, uma das referências do assunto no Brasil.

O Acelera MGTI é uma grande oportunidade tanto para as startups quanto para o município. As empresas selecionadas no fim do projeto trabalharão junto com a prefeitura da capital mineira e com a American Tower do Brasil para, no fim, aplicar as soluções; além disso, poderão contar também com o suporte da rede de infraestrutura neutra LoRaWAN™, conexão que cobre toda a cidade, viabilizando aplicações de Internet das Coisas (IoT).

Inscreva-se já!

Os interessados devem ler o edital e fazer a inscrição online até o dia 31 de maio. As vagas são destinadas a startups de base tecnológica, focadas em soluções para infraestrutura urbana, que possuam ao menos um produto minimamente viável (MVP) da solução a ser apresentada no concurso e já estejam validando clientes ou em fase de descoberta.

Todos os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora e receberão entre 0 e 5 pontos; caso alcancem 3,5 pontos, serão convidados para uma apresentação presencial. Posteriormente, as responsáveis pelas 12 melhores ideias continuarão no programa.

As startups desenvolverão seus projetos com assessoria especializada por seis meses, começando no dia 1° de julho. Finalizados, as soluções serão apresentadas e os autores das duas startups com melhor desempenho ganharão uma viagem internacional para uma cidade inteligente referência mundial ainda a ser definida e assim ampliarem seus conhecimentos sobre smart cities.

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