Uma nova descoberta publicada por um grupo de pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) promete acelerar a chegada de computadores ultrarrápidos dependentes de chips fotônicos – que utilizam pulsos de luz em vez de elétrons para funcionar.

A novidade é que a partir de agora já se sabe como construir chips desse formato com o mesmo material-padrão de silício usado para componentes internos dos computadores atuais. Os novos chips poderiam ajudar a acelerar o tráfego entre redes de fibra ótica, eliminando-se o processo de conversão.

O “diodo para luz” foi descrito em um artigo publicado na revista Nature Photonics. O aparelho é feito de um material magnético e transparente chamado “garnet” e integra a funcionalidade em um chip que atualmente é disposto separadamente.

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