Sombra e Ossos: Netflix acerta em cheio na adaptação (Crítica)

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Imagem: Netflix/Divulgação

ATENÇÃO: SPOILERS À FRENTE!

A 1ª temporada de Sombra e Ossos foi disponibilizada pela Netflix nesta sexta-feira (23) e promete atender às expectativas de todos os fãs. Com um roteiro detalhado e que não se apressa ao apresentar os personagens e elementos fantásticos que constituem o universo mágico criado por Leigh Bardugo, a série é envolvente e conquistou o espaço entre tantos outros títulos de sucesso do mesmo gênero.

Confira nossa crítica  de Sombra e Ossos completa a seguir!

Crítica: Sombra e Ossos é uma das melhores adaptações de ficção fantástica da Netflix

A série da Netflix é baseada em uma saga de romances escrita por Leigh Bardugo, uma autora israelense. A história acompanha Alina Starkov (Jessie Mei Li), uma órfã que trabalha como cartógrafa. Ela é responsável pelo território dividido pela Dobra das Sombras, uma muralha de nuvens que abriga criaturas letais que atacam qualquer um que entre em seus domínios.

Junto com seu melhor amigo, Mal (Archie Renaux), ela descobre que é membro da comunidade grisha, capaz de controlar os elementos da natureza e moldar a realidade (atenção, fãs de WandaVision!). Além disso, ela é a Conjuradora do Sol, uma criatura que tem o poder único de destruir a Dobra.

A ficção fantástica é um dos grandes fortes da Netflix e, com Sombra e Ossos, isso não foi diferente. A produção fez um trabalho excelente na reprodução deste universo mágico, criando cenários que envolvem os espectadores desde os primeiros episódios até o clímax e o que parece ter sido a resolução dos problemas – mas que ainda abre margem para futuras temporadas.

(Fonte: Netflix/Divulgação)(Fonte: Netflix/Divulgação)Fonte:  Netflix 

Como é de se esperar de qualquer heroína, Alina trilha uma jornada árdua e repleta de obstáculos, muitos surgindo de sua própria raça. Com isso, são construídas diferentes tramas, cada uma com o tempo certo duração. Nada na série é apressado, dando tempo para que os espectadores realmente mergulhem na história. São 8 episódios de cerca de 45 minutos cada, trazendo histórias diferentes, mas que se conectam no plano geral.

Além da trama da protagonista, um arco que chama a atenção dos espectadores é o dos Corvos, liderados por Kaz Brekker (Freddy Carter) e a grisha Nina Zenik (Danielle Calligan). Eles são anti-heróis com quem o público consegue se identificar com facilidade, principalmente no caso de Inej (Amita Suman) e Jesper (Kit Young), os dois personagens que são mais carismáticos.

O figurino e a produção da série também merecem destaque. Afinal, o que não faltam são obras que retratam Londres na era Vitoriana. Porém, a produção de Sombra e Ossos não é óbvia e podemos ver uma reinterpretação da Rússia marcada pelo militarismo característico da dinastia Romanov. Tudo isso eleva a produção para um nível mais alto de riqueza em detalhes e uma fotografia impecável.

(Fonte: Netflix/Divulgação)(Fonte: Netflix/Divulgação)Fonte:  Netflix 

As coreografias de combate também ajudam a conquistar o lugar da série entre as melhores adaptações de ficção fantástica da plataforma de streaming – isso se não for, de fato, a melhor. É claro, ainda existem elementos familiares e que não chegam a ser surpreendentes. Porém, é justamente a junção de todas essas características que chama mais a atenção dos espectadores.

Nos últimos tempos, a Netflix lançou diversas produções do gênero em seu catálogo, como é o caso de The Witcher, Cursed e até Fate – A Saga das Winxs. Porém, dentre todos esses, não há como negar que Sombra e Ossos merece todo o destaque que ganhou com o lançamento nesta sexta-feira (23).

Os 8 episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix e acredite: vale a pena maratonar!

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Sombra e Ossos: Netflix acerta em cheio na adaptação (Crítica)