A Microsoft é gigante por sua própria natureza, e disso ninguém duvida. A empresa de Bill Gates foi concebida com a missão de capacitar e conectar as pessoas, entre outros objetivos. E essas metas foram endossadas pelo atual CEO da companhia, Satya Nadella, em mensagem obtida pelo GeekWire. A missão da Microsoft no planeta é uma: “capacitar todos a conseguir mais”.

“Nossa missão é capacitar cada pessoa e cada organização no planeta a conseguir mais. Essa missão é ambiciosa e está no núcleo daquilo com o que nossos consumidores mais se importam. Temos capacidade única em harmonizar as necessidades de indivíduos e organizações, esse é o nosso DNA. Também nos importamos muito em conceber as coisas globalmente e fazer diferença nas vidas e nas organizações em todos os cantos do planeta”, disse o executivo no comunicado.

Nadella reiterou os esforços da Microsoft na nuvem e no mercado mobile e foi sucinto ao apontar que o conceito de “mobile” também se refere a criar experiências móveis aos consumidores, tudo com tecnologia de nuvem.

Por falar em mobile, a própria empresa reconhece que o Windows Phone ainda não emplacou de vez, mas está ciente de que tem tudo para mudar esse panorama com a chegada do Windows 10, uma vez que a nova versão do sistema operacional utilizará uma API universal, a peça-chave que vai finalmente unificar experiências móveis e em desktop. Com esse cenário, as vendas do Windows Phone devem ter uma alavancada.

“Escolhas difíceis terão de ser feitas”

De forma curiosa e até preocupante, o CEO também mencionou que a companhia terá de fazer algumas “escolhas difíceis em áreas nas quais as coisas não estão funcionando”. Em outras palavras: cabeças podem rolar, e isso deve preocupar funcionários de determinados setores não esclarecidos na mensagem do executivo.

Até onde se sabe, a Microsoft tem cerca de 18 mil funcionários em escala mundial, de acordo com o GeekWire, e um corte pode ser uma realidade em departamentos pontuais da empresa, talvez aqueles ligados a dispositivos móveis (tablets e smartphones).

Só o futuro dirá de que forma isso pode se desdobrar nas próximas empreitadas da companhia. Mas a ambição de “capacitar pessoas e organizações a conseguir mais” parece grande, não? O que você achou dos dizeres do CEO? Comente abaixo.