Você é daquelas pessoas organizadas e precavidas que possui uma senha para cada serviço — e cada um desses códigos é uma sequência maluca de letras, números e símbolos que ninguém consegue adivinhar? Apesar de seguir os protocolos de segurança padrões, esse tipo de pessoa é condenado pela mais recente pesquisa saída dos laboratórios da Microsoft.

Em um artigo publicado por pesquisadores da empresa em parceria com a Carleton University, no Canadá, cientistas da Microsoft defendem que o uso de senhas fracas e a reutilização dessas sequências em mais de um site não é algo tão terrível assim, caso o serviço em questão não contenha informações pessoais ou brechas de segurança para seus dados.

O artigo ainda fala sobre gerenciar um "portfólio" de códigos, especialmente quando você está em um vasto números de páginas. Quando esse acervo de senhas cresce muito, torna-se difícil para o usuário memorizar todas — e essa capacidade do cérebro deveria ser usada para outras coisas (ou para lembrar dos códigos que realmente importam), em vez de memorizar sequências malucas. Eles acreditam, assim como muitas outras pessoas, que as senhas como as conhecemos hoje vão morrer em breve.

Nem mesmo os programas que gerenciam senhas foram poupados: você pode esquecer-se da "senha-mestra" que dá acesso a ele e, com isso, perder todos os seus códigos. Ou pior: o servidor desse serviço pode ser hackeado na nuvem. Por isso, a dica é repetir senhas fáceis em serviços de menor importância e que não oferecem riscos, e só ter o cuidado de criar sequências complexas nos sites mais essenciais.

Você pode conferir o artigo completo neste link (em inglês).

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