A ARM está otimista e tem previsões arrojadas sobre o futuro do mercado de smartphones. A empresa é responsável pela arquitetura ARM, abundante no mundo dos dispositivos portáteis, e mira o mercado dos chamados “aparelhos de entrada”, que nada mais são do que smartphones de baixo desempenho e preço acessível — menos de US$ 150.

Na visão da empresa, o ramo dos aparelhos de ponta já está saturado com os lançamentos anuais de Apple e Samsung. Entretanto, o mercado dos aparelhos de entrada ainda está em franca disputa, o que move os olhos da ARM para lá. Nesse sentido, a companhia faz previsões de curto e de longo prazo para o setor.

Em um curto período de tempo, a ARM aposta vê o exemplo da Mozilla com o FirefoxOS de US$ 25 e aposta em gadgets ainda mais baratos, de US$ 20. Os preços, porém, não devem cair mais, tendo em vista os custos para a produção de um aparelho complexo como um smartphone.

Pensando a longo prazo, a empresa espera que o maior crescimento do setor se dê nos aparelhos de entrada (menos de US$ 150) e intermediários (US$150 a US$ 400). Para o próximo ano, a ARM aposta na fabricação de 1,75 bilhão de aparelhos contra 1,3 bilhões que foram construídos em 2013 — aumento de 34%.

Em 2018, porém, a ARM acredita que a quantidade de smartphones fabricados no planeta seja de quase 2,5 bilhões. Para a companhia, quase metade desse montante será composta por aparelhos de entrada.

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