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The BRIEF

Trump convida big techs, como Apple e Nvidia, para acompanhá-lo em viagem à China

Apple, Nvidia, Visa e Boeing são algumas das empresas que podem estar ao lado de Trump em Pequim.

Avatar do(a) autor(a): André Luiz Dias Gonçalves

schedule07/05/2026, às 16:30

O governo dos Estados Unidos está convidando executivos de algumas das principais big techs do país para acompanhar Donald Trump em sua viagem à China, programada para a próxima semana, conforme noticiou a Reuters nesta quinta-feira (7). Apple e Nvidia estão entre as empresas convocadas.

Representantes da Boeing e da Exxon também deverão estar a bordo do Air Force One quando o avião presidencial decolar rumo a Pequim. E a comitiva para participar do encontro que reunirá o republicano e o líder chinês, Xi Jinping, pode ser ainda maior, embora os envolvidos não tenham se pronunciado.

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Solucionando pendências

De acordo com o site Semafor, a visita de Trump à China terá, também, a presença de CEOs da Qualcomm, Citigroup, Blackstone e Visa. Se confirmadas todas as participações, a reunião se tornará uma rodada de negociações maior que o esperado.

  • O encontro entre os líderes das duas superpotências ocorrerá depois de vários atritos comerciais e anúncios de novas tarifas de ambos os países;
  • Também houve, recentemente, uma acusação feita pela Casa Branca sobre suposto roubo de tecnologia de IA por empresas chinesas;
  • A inteligência artificial (IA) deve ser um dos principais pontos de discussão entre as duas nações, em meio à corrida para liderar o setor;
  • Outro assunto que pode estar no centro do debate é o conflito no Oriente Médio, com Trump em busca do apoio de Pequim para intervir junto ao Irã.
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A Boeing é uma das empresas que podem participar do encontro em território chinês. (Imagem: sanfel/Getty Images)

Em relação às empresas citadas, apenas a Qualcomm confirmou o convite para acompanhar o presidente dos EUA à China, mas não revelou maiores detalhes. As demais não se manifestaram, assim como a Casa Branca.

Falando à agência de notícias no mês passado, o CEO da Boeing, Kelly Ortberg, disse que contava com o apoio de Washington para destravar um importante acordo. A fabricante de aviões enfrenta uma negociação prolongada com Pequim.

O relatório aponta que a China teria encomendado 500 aviões 737 Max à empresa, bem como dezenas de jatos de larga fuselagem. Trata-se do primeiro grande pedido do país à marca desde 2017.

Curtiu o conteúdo? Siga no TecMundo e veja o vídeo feito por IA e divulgado pela TV estatal chinesa para satirizar a guerra entre EUA e Irã.

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