Pix já é aceito em 50% do e-commerce brasileiro, diz estudo

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Imagem: Alexandre Tavares Silva/Shutterstock
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Nessa quarta-feira (10), a consultoria de desenvolvimento de planos de negócios Gmattos divulgou um estudo informando que o Pix passou a ser aceito por mais da metade dos maiores lojistas online do país em setembro.

Segundo o projeto, das 59 lojas pesquisadas, 50,8% apresentam o sistema de pagamento. Este dado representa um aumento de 10,1% em relação a julho, quando apenas 40,7% contavam com suporte para a novidade.

A pesquisa faz parte de uma série de análises bimestrais realizadas pela instituição. A edição atual foi realizada entre os dias 13 e 20 de setembro. As lojas Americanas, Magalu, Amazon, Carrefour e Mercado Livre estão entre as empresas mapeadas.

O aumento coloca o Pix empatado com as wallets na terceira posição de meios de pagamento mais aceitos no comércio eletrônico nacional — ambos têm 50,8%. Para uma comparação, o crédito continua líder absoluto com 98,3% — o mesmo porcentual desde janeiro de 2021.

De acordo com Gastão Mattos, cofundador e CEO da Gmattos, caso a proporção de ganho permaneça estável, o novo sistema de pagamentos deve chegar ao final do ano com um percentual de adoção similar ao do boleto, com 83%. "Isso revela o seu alto índice de aderência com o comércio eletrônico. Afinal, o Pix foi introduzido no mercado em novembro de 2020, ao passo que o boleto opera no e-commerce desde a sua origem, 27 anos atrás", adicionou o executivo.

A pesquisa também identificou que lojas têm oferecido promoções específicas para esta modalidade, como descontos de 5 ou 10%, por exemploA pesquisa também identificou que lojas têm oferecido promoções específicas para esta modalidade, como descontos de 5 ou 10%, por exemploFonte:  Reprodução/ Marcello Casal Jr, Agência Brasil 

Novas regras não devem afetar o crescimento

Em relação às novas regras de segurança do Banco Central, como o limite para transações noturnas, Mattos afirma que elas não devem prejudicar o desempenho de aceitação da modalidade.

"A concentração das compras online é muito forte em dias úteis, entre 8h e 19h, período em que a nova regra não tem influência. Compras de passagens aéreas são mais distribuídas pela noite ou madrugada ou nos finais de semana, mas esse tipo de aquisição, de ticket médio alto, é o menos propenso ao Pix", explicou.

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