Vivo teve queda na receita devido à escassez global de chips

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A operadora brasileira Vivo apresentou o balanço financeiro da empresa para o terceiro trimestre de 2021 e notou que parte dos resultados foi impactado pela atual crise do setor de semicondutores que afeta a indústria.

No geral, os números foram positivos: a marca registrou receita de R$ 11 bilhões e um lucro líquido de R$ 1,31 bilhão, o que representa um desempenho 8,5% melhor do que no mesmo período do ano passado. Um crescimento paralelo dos serviços de mobile e banda larga fixa são os principais responsáveis por esse crescimento.

Por outro lado, tecnologias cada vez mais deixadas de lado continuam a encolher em acessos e clientes, como rede de voz fixa e xDSL e televisão via satélite.

E a crise?

A empresa também apresentou uma queda que está diretamente relacionada com a menor venda de dispositivos. Isso vale especialmente na divisão que concentra os serviços de aparelhos, IPTV, serviços digitais e outros negócios da empresa, que representa 90% da receita da operadora.

Segundo o chefe financeiro da Vivo, David Melcon, a a falta de chips e de aparelhos novos circulando no mercado nacional ocasionam uma queda em serviços e venda de produtos.

Além da escassez, o mercado não está tão aquecido quanto no mesmo período do ano passado, quando o comércio voltou a reabrir após alguns meses de medidas de distanciamento social mais rigorosas.

O Mobile Time aponta que isso afetou o crescimento do setor core da empresa, que aumentou 6% no geral, mas teve um desempenho 8% melhor se a divisão não levar em conta os dispositivos móveis.

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