Pesquisa revela importância do WhatsApp para lojistas brasileiros

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Imagem: Reprodução/ Torsten Dettlaff, Pexels
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Uma pesquisa recente da plataforma de criação de comércios digitais Loja Integrada revelou que cerca de 75% de pequenos e médios lojistas usam o WhatsApp como canal direto de vendas — além da loja virtual.

A pesquisa realizada com 3060 empreendedores digitais do Brasil entre maio e junho de 2021 através de um questionário na internet concluiu, também, que o mensageiro é usado por 68% dos respondentes como principal ferramenta de atendimento — o Instagram vem logo depois com 15%, enquanto o e-mail fica em terceiro, com 5,6%.

"Por ser gratuito, o app está no celular de quase todos os brasileiros. Para o empreendedor, uma das principais vantagens de usar a ferramenta é poder criar campanhas e ações promocionais que são enviadas de forma automática. Além disso, com o app é possível verificar métricas e realizar um atendimento quase que em tempo real", explicou Gustavo Ruchaud, diretor de marketing da Loja Integrada.

O que fazer quando o WhatsApp cair?

Nesta segunda-feira (4), os serviços do Facebook, incluindo o mensageiro, passaram por instabilidades no mundo, ficando fora do ar por cerca de 7 horas. Pensando nisso, Ruchaud deu 3 dicas para orientar comerciantes a amenizar prejuízos de possíveis quedas no futuro.

  1. Mesmo com o imediatismo do WhatsApp, é necessário humanizar a relação com clientes e desenvolver padrões de atendimento. "Além disso, criar uma comunicação por e-mail pode ser uma maneira de formalizar os processos. Neste caso, uma dica é informar seus usuários sobre a instabilidade e deixar outras formas de contato disponíveis até que a situação seja regularizada", explicou o profissional.
  2. Outra forma de evitar transtornos é integrar canais de comunicação às vendas utilizando a base de clientes do lojista e evitando deixar o WhatsApp como canal único. "Investir na divulgação da loja em outras plataformas, como o Google e YouTube, pode manter a loja funcionando e vendendo", adicionou.
  3. O especialista acredita que o empreendedor não deve ser refém de apenas uma plataforma, mas precisa apostar em novas formas de engajar clientes. Como exemplo, ele cita o Telegram, que tem crescido no Brasil, e canais de comunicação próprios com chatbots ou ferramentas de conversa com consumidores, caso o objetivo seja o e-commerce.


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