Xiaomi aproveita queda da Huawei e cresce em celulares na Europa

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A queda da Huawei no setor de smartphones começou a mostrar resultados significativos em 2020. E, de acordo com um relatório da Counterpoint Research, até mesmo o mercado europeu — antes um dos maiores trunfos da fabricante fora da China — deixou de ser uma certeza de domínio por parte da marca.

Segundo o estudo, a fatia de mercado da Huawei na Europa passou de 15% (janeiro de 2020) para 5% (dezembro de 2020), com tendência a cair ainda mais. O principal motivo é a retração da fabricante no segmento, especialmente por causa das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos, que envolve tanto a proibição do uso do Android quanto o fim de contratos com companhias que fabricam processadores. Outro é a venda da submarca Honor, que tinha os números somados aos da empresa principal, mas foi vendida a um grupo de investidores.

A marca que mais se beneficiou com a queda da rival foi a também chinesa Xiaomi, que dobrou as vendas no ano passado e agora tem 17% do mercado europeu, principalmente na faixa de aparelhos com alto custo-benefício. Entretanto, Apple (30%) e Samsung (29%) seguem as líderes no setor. As empresas Oppo (5%), OnePlus (1%) e Realme (1%) fecham o ranking principal.

Efeitos da covid-19

O nível de vendas de celulares na Europa durante 2020.O nível de vendas de celulares na Europa durante 2020.Fonte:  Counterpoint Research 

A própria pandemia teve um efeito claro: entre fevereiro e maio do ano passado, período da primeira alta de casos até o primeiro grande lockdown, a venda de dispositivos caiu significativamente e, mesmo recuperada, não atingiu os mesmos níveis de 2019.

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