Políticos americanos querem matar a Huawei, diz fundador

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O fundador e CEO da Huawei, Ren Zhengfei, comentou a atual situação política da companhia em um discurso direcionado aos funcionários da submarca Honor, vendida para um consórcio do país por US$ 15 bilhões.

"Onda após onda de sanções severas dos Estados Unidos contra a Huawei finalmente nos levaram a compreender que certos políticos norte-americanos querem nos matar, não apenas nos corrigir", afirmou o CEO, segundo a agência de notícias Reuters. Ao citar os próprios funcionários, ele ainda afirmou que "não queria arrastar pessoas inocentes para a água" porque a companhia está encarando as consequências dos banimentos e bloqueios comerciais.

A venda da Honor para o Shenzhen Zhixin New Information Technology foi uma forma de manter a submarca viva e aliviar um pouco a pressão sofrida pela fabricante. Caso mantivesse a subsidiária, a Huawei teria que realizar demissões em massa e outros cortes orçamentários. Zhengfei ainda desejou sorte para a empresa, que ele deseja que se torne mais uma concorrente de peso no mercado local.

E agora?

Desde o início de 2019, a gigante chinesa é acusada pelo governo de Donald Trump de espionagem a partir da infraestrutura de telecomunicações, o que a empresa nega. Como a transição para o novo presidente eleito dos EUA, Joe Biden, permanece conturbada, não é possível saber exatamente se a China deixará de ser um alvo da política do país.

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