MEC adia inscrições do Fies do 2º semestre para o fim de julho

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Imagem: Fies/Reprodução
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O Ministério da Educação (MEC) anunciou ontem (21) o adiamento das inscrições para o processo seletivo do segundo semestre do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Pelo cronograma original do programa, o prazo para recebimento dos cadastros estaria aberto entre os dias 21 e 24 de julho.

De acordo com o órgão, foram encontradas “inconsistências no processamento da distribuição das vagas ofertadas pelas instituições de ensino superior” que fazem parte do programa, levando ao atraso no calendário. Isso impedia o acesso dos candidatos às oportunidades disponibilizadas por algumas das universidades, faculdades e centros universitários.

Agora, o novo prazo para as inscrições do Fies segundo semestre de 2020 terá início no próximo dia 28. Os interessados em solicitar o benefício poderão se cadastrar até o dia 31 deste mês, gratuitamente, por meio do site oficial do programa de financiamento estudantil.

O programa financia cursos superiores em instituições privadas.O programa financia cursos superiores em instituições privadas.Fonte:  Unsplash 

Com a mudança e os ajustes feitos no sistema de oferta de vagas, o MEC informa que os estudantes poderão escolher entre as vagas ofertadas por todas as instituições participantes do processo seletivo.

Como funciona o Fies?

Gerenciado pelo MEC, o Fies financia cursos superiores não gratuitos em universidades da rede privada, em todo o Brasil. Atualmente, ele conta com duas categorias, que atendem aos estudantes com base na renda mensal da família.

Em uma das modalidades, são disponibilizadas vagas para o financiamento com juros zero, destinadas aos candidatos com renda familiar mensal de até três salários mínimos. Na outra categoria, chamada P-Fies, as oportunidades têm como público-alvo os estudantes com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos.

Para se candidatar ao financiamento estudantil, é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2010 e 2019, obtendo média das notas das provas objetivas igual ou superior a 450 pontos. Outro requisito é não zerar a nota da redação.

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