Lenovo pode processar Xiaomi por executivo que trocou de empresa

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Duas gigantes chinesas da tecnologia, a Lenovo e a Xiaomi, estão no centro de uma polêmica envolvendo um executivo. Trata-se de Chang Cheng, ex-chefe da divisão mobile da Lenovo, que anunciou a sua aposentadoria da companhia no final de 2019 e, dias depois, foi anunciado como novo vice-presidente da rival.

A surpresa pela contratação vem de vários fatores. Para começar, a expectativa era de fato que Cheng se aposentasse ou ao menos mudasse radicalmente de carreira. Além disso, a Lenovo não parece nada feliz com a troca — e, segundo o site Gizmochina, pode ir atrás de punições judiciais por causa da troca.

Traição?

A Lenovo encara a contratação do executivo como uma violação de um acordo de não-concorrência, uma cláusula contida em alguns contratos que impede um funcionário de, ao sair de uma empresa de um determinado setor, ser imediatamente empregado por uma rival direta. Isso impede, entre outras coisas, o compartilhamento de segredos industrais e a coerção pela troca de empregadora.

Ainda não está claro se o executivo tinha essa cláusula em seu contrato, mas isso pode resultar na Lenovo tendo que pagar uma alta quantia pela contratação.

Fonte da imagem: Reprodução/Weibo

Cheng é um veterano na indústria, tendo trabalhado na divisão ZUK de smartphones e sendo responsável direto por produtos da Lenovo como o K900, o Z5 e o Z6 Pro. O seu papel na Xiaomi ainda não foi confirmado, mas ele apareceu em uma foto postada na rede social chinesa Weibo junto com o CEO da companhia, Lei Jun.

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