Embora ainda não seja muito conhecida do público brasileiro, a tecnologia de chips virtuais eSIM deve inevitavelmente matar o SIMCard tradicional utilizado pelas operadoras. É o que acredita o executivo Leonardo Contrucci, diretor de inovação na Claro. Ele falou sobre o assunto durante o evento Tela Viva Móvel, promovido pelo site Mobile Time.

Para Contrucci, o eSIM pode gerar novas possibilidades de negócios para as operadoras, permitindo que os clientes tenham várias linhas diferentes em um mesmo aparelho ou criando planos voltados para a internet das coisas. Além disso, o fato de o chip ser digital promete uma boa redução dos custos de logística.

Com o eSIM, o chip físico da operadora é substituído ou complementado por um chip virtual. Para utilizar a rede das empresas, o usuário precisa fazer a ativação no próprio aparelho. Atualmente, os principais exemplos de smartphones vendidos no Brasil que tiram proveito da tecnologia são os iPhone XSXS Max e XR. O Apple Watch também usa o eSIM para ter acesso ao sinal de 4G, podendo ser utilizado na Claro e na Vivo.