Segundo um estudo da IDC, quase 70% de todos os gastos com TI na América Latina irão para tecnologias relacionadas à computação em nuvem (Cloud computing) e Big Data até 2022. O motivo? As inúmeras possibilidades de negócio para quem confia na combinação dessas ferramentas.

O Big Data faz referência a uma quantidade enorme de dados e a nuvem, uma estrutura de processamento e armazenamento digital acessível via internet. Juntos, eles podem contribuir para aprimorar os serviços e os processos internos de uma empresa de forma escalável.

Uma pessoa.A análise de dados em tempo real pode ser aplicada para o controle de estoque, por exemplo. (Imagem: Reprodução/Shutterstock)

Uma companhia que possui um banco de dados sobre seus produtos em estoque, por exemplo, pode utilizar ferramentas de programação capazes de lidar com as informações de entrada e saída de mercadorias sem uma "supervisão" humana. Isso ajuda a prever a necessidade de novas compras, entre outros. Já um e-commerce pode rastrear a localidade de onde as pessoas acessam o seu site, os produtos mais visitados, os horários de pico de visitas e os temas mais buscados. Combinando essas informações, é possível prever quais itens serão mais vendidos para quais regiões e investir neles, já que o retorno gerado por eles será provavelmente muito positivo.

Uma grande lista de vantagens

Montar estruturas "on premise" capazes de rodar algoritmos para análise de dados brutos não é impossível. Porém, a alta manutenção desse tipo de computador acaba tornando o custo-benefício da nuvem muito mais interessante. Além disso, a ausência de estruturas físicas permite à companhia usuária de Cloud Computing tirar essa preocupação da cabeça e se preocupar mais com a parte analítica do que com a técnica.

Existem tecnologias exclusivas para soluções em nuvem que oferecem um serviço superior aos tradicionais. Produtos do Google Cloud Platform, um dos nomes mais reconhecidos desse setor, são referência no mercado e até possuem um crédito para teste gratuito destinado a novos usuários. O uso das soluções Google é cobrado em reais e não em dólares, o que facilita ainda mais o processo de contratação para negócios de pequeno e médio porte.

O processamento extra é o principal motivo que leva uma empresa a analisar dados utilizando a nuvem. Afinal, o Big Data exige alta capacidade de computação para ser interpretado a nuvem oferece essa capacidade de análise.

Um servidor.Manter servidores mais próximos dos clientes reduz a latência e garante ainda mais eficiência nos processos. (Reprodução/Google Cloud Platform)

Os serviços de cloud computing fornecem de forma personalizada a quantidade exata de recursos de acordo com a necessidade, providenciando a força extra de forma rápida, em um tempo muito menor do que seria necessário para realizar atualizações e modificações em servidores físicos. Esse é o conceito de escalabilidade: a tecnologia permite upgrades de maneira rápida e com uso inteligente dos recursos.

Como o serviço todo acontece na nuvem, é a estrutura que modifica o plano de processamento e armazenamento de dados de forma imediata, até mesmo sem a necessidade de entrar em contato para pedir um plano maior, por exemplo. Com essa disponibilidade, é possível se planejar melhor estrategicamente, evitar gastos não programados e até permitir um aprimoramento de processos.

Desse modo, se a empresa passa por um crescimento repentino no volume de dados o empresário não precisa se preocupar com inúmeros riscos. Um deles pode ocorrer em datas festivas como o Dia das Mães que pode, por exemplo, causar um número de acessos a um site de varejo maior do que o normal.

Segurança crescente

Como se esses benefícios já não fossem suficientes, a adoção de um serviço de cloud também significa mais segurança e economia em relação às soluções físicas. Uma das principais regiões de servidores do Google Cloud Platform está localizada em São Paulo e é única na América Latina, o que garante até 95% de redução de latência, ou seja, o tempo entre um comando ser dado e a execução ser realizada. Com isso, os usuários acabam não só terceirizando a infraestrutura de seu negócio, como também deixando-a mais rápida.

De acordo com um estudo feito pelo MIT SMR Custom Studio em parceria com o GCP, a confiança nas plataformas de Cloud Computing subiu 74% entre 2015 e 2017. Se você possui uma empresa que lida com dados e já perdeu informações valiosas porque um dispositivo físico falhou e te deixou na mão, saiba que esse tipo de situação é incomum em serviços de cloud. Serviços como o Google Cloud contam ainda com verificação em duas etapas e até suporte para chave de segurança, o que garante uma camada extra de proteção para seus dados.

Um dos principais fatores que tornam a nuvem mais segura em relação aos dispositivos físicos para trabalho com Big Data é a perenidade das informações - ou seja, elas estão disponíveis por um tempo indeterminado. Segundo estudos feitos pelo BlackBlaze, desde 2013 os discos rígidos tradicionais - ou seja, on premise - ficam livres de falhas graves ou uma morte súbita por apenas quatro anos, aproximadamente. Por outro lado, os serviços de nuvem contam com suporte especializado das fornecedoras, o que torna a longevidade dos dados praticamente infinita.

Não importa de que tipo de negócio estamos falando: toda empresa tem dados que podem ajudá-la a ter mais lucro. As vantagens da combinação de cloud computing com Big Data podem ser aplicadas para otimizar análises, montar estratégias e entender melhor a indústria em que a sua companhia está inserida.

Se sua empresa ainda não aderiu à nuvem, é fundamental conhecer as vantagens e entender melhor como essa tecnologia pode revolucionar o dia a dia de trabalho, criar novas oportunidades de negócio e aumentar o ROI do que você vende.

* Publieditorial patrocinado pelo Google.