Desigualdade salarial: no Google, eram os homens que recebiam menos

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Pesquisas nacionais e internacionais apontam que a desigualdade salarial persiste, com mulheres ganhando menos do que homens em diferentes níveis educacionais e na maior parte das ocupações. Mas entre os trabalhadores do Google estava acontecendo justamente o contrário.

No ano passado, a gigante da tecnologia fez uma pesquisa para descobrir se mulheres e minorias recebiam menos na empresa. Surpreendentemente, acabaram descobrindo que a maior parte das pessoas que ganhavam menos que outras em cargos similares eram homens.

O Google analisa os dados sobre igualdade de remuneração anualmente, de acordo com informações divulgadas em um memorando compartilhado com funcionários em janeiro e divulgado no dia 4 de março.

A análise de 2018 incluiu um recorde de 91% dos empregados da empresa. Foi o primeiro ano em que a pesquisa incluiu novas contratações e mais cargos de nível de entrada.

Após os resultados, o Google decidiu reduzir a disparidade concedendo uma compensação adicional a 10.677 funcionários. Para isso, a empresa desembolsou US$ 9,7 milhões.  Não foi divulgado o número exato de homens que receberam os aumentos salariais.

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