Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular em 2018; pré-pago em queda

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Fonte: Marcello Casal Jr / jornalgrandebahia
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A Anatel revelou hoje (08) que entre dezembro de 2017 e dezembro de 2018, 7,2 milhões de linhas de celular foram desligadas no Brasil. Isso representa uma queda de 3,08%, que pode não parecer tão grande, mas tem impacto principalmente no mercado pré-pago.

Segundo dados da agência reguladora, foram desligadas 18,9 milhões de linhas pré-pagas no período, uma queda de 12,7%. Ao mesmo tempo, o setor pós-pago ganhou 11,6 milhões de novos clientes, um crescimento de 13,2%. Esse movimento, contudo, não foi o bastante para conter a perda de linhas ativas.

Somente em quatro estados brasileiros foram registradas altas na quantidade total de clientes: Amapá (+2,72%); Amazonas (+1,93 %); São Paulo (+1,03%) e Espírito Santo (+0,31%). Em todas as demais unidades da federação, o saldo foi negativo.

Vivo se manteve como a manteve como a maior operadora de telefonia móvel do país

Entre as grandes empresas, a Vivo se manteve como a manteve como a maior operadora de telefonia móvel do país, contando com 73,1 milhões de linhas ativas (31,91% do mercado) em dezembro de 2018. A Claro vem em um distante segundo lugar, com 56,4 milhões de clientes (24,61% do mercado); em terceiro, a Tim, com 55,9 milhões de clientes (24,39% do mercado); e, na quarta posição, a Oi, com 37,7 milhões (16,44% do mercado).

Também foi feita uma análise entre as tecnologias usadas por essas linhas móveis. O 4G já é utilizado por 56,64% de todos os clientes de telefonia móvel no Brasil, com mais de 54,7 milhões de usuários ativos. O 3G, em queda, tem 23,8% das linhas ativas, e o 2G ainda é a rede mais usada por 10,8% dos clientes brasileiros. Temos ainda mais 19,7 milhões de linhas móveis dedicadas a comunicação de máquina com máquina (M2M).

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