Já faz um tempo que o governo brasileiro tenta encontrar um setor para melhor encaixar os games, pois assim seria mais fácil regulamentar, fiscalizar, taxar e fomentar a produção e distribuição no País. E a Agência Nacional do Cinema (Ancine) parece ter encontrado uma saída a curto prazo: o órgão vai criar um grupo de trabalho que terá até o início do próximo semestre para formular uma proposta de política pública para o desenvolvimento dessa área.

O Conselho Diretor de Cinema (CSC), que aprova as diretrizes da indústria audiovisual, destacou o potencial dos nossos criadores e de crescimento do mercado consumidor nacional e mundial, com base em dados sobre performance e vendas. Aliado a isso estão o impacto na geração de empregos e renda e a construção de universos narrativos que vão além do cinema.

A equipe de análise será formada por membros dos ministérios da Cultura, da Indústria, do Comércio Exterior e Serviços, além de representantes da Ancine e do CSC. O tema mais urgente é ajustar os mecanismos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que conta verba recolhida pelo Condecine, imposto que, aliás, pode incidir sobre os videogames; e dos benefícios previstos a Lei 8.685/93, que permite aos envolvidos direcionar sua contribuição fiscal para projetos de games.

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