Google está oficialmente funcionando apenas com energia solar e energia eólica. A gigante de Mountain View recentemente assinou contrato com três grandes plantas de energia eólica, o que dá à companhia uma alimentação total de mais de 3 gigawatts de capacidade de produção no mundo  o suficiente para rodar todos os seus serviços.

Isso é basicamente o dobro do maior investimento em energia renovável que a Amazon, por exemplo, está para fechar, que é de cerca de 1,5 gigawatt.

Todo o investimento com energia da empresa custou mais de US$ 3,5 bilhões em infraestrutura global, sendo dois terços dela baseados nos Estados Unidos (as plantas ficam em Dakota do Sul, Iowa e Oklahoma).

Para a Gigante das Buscas, esse é um grande passo, visto que o tanto de processamento de que a empresa precisa para retornar pesquisas a cada minuto na internet requer um bocado de energia. Só para você ter uma ideia: a cada minuto são enviadas mais de 400 horas de vídeo no YouTube, sem contar todas as trilhões de vezes em que as pessoas realizam buscas pelo buscador do Google a cada ano.

Retorno garantido

Um dos principais motivos para que a companhia optasse pelo uso de energias renováveis é o corte nos gastos. Com o produzido pelo sol e pelo vento, a Google consegue economias de 60% a 80%. Mas, apesar disso, a empresa está investindo bastante em renováveis  a produção de 114 megawatts da planta de Iowa, por exemplo, é 100% da empresa.

Outra companhia que assinou contrato com a Google, a Avangrid Renewables, cedeu duas de suas fazendas de energia eólica localizadas na Dakota do Sul. De acordo com Gary Demasi, diretor de infraestrutura global da gigante, o investimento nessa planta, especificamente, traria “valor aos nossos negócios, à medida que escalamos e aceleramos investimentos nas comunidades dentro das quais operamos”, disse ele, em comunicado, complementando que “com energia solar e eólica diminuindo dramaticamente os custos e impulsionando um crescimento significativo em mão de obra, a transição para a energia limpa está gerando oportunidades econômicas sem precedentes e mais rápido do que jamais esperaríamos".

Já a planta de Iowa vai começar a operar apenas em 2019. 

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