Com a chegada da Black Friday, é claro que as ações da Amazon estavam destinadas a subir um bocado. Pudera, já que a marca reina absoluta no setor de e-commerce e, de quebra, começa a mostrar cada vez mais força fora da internet. Um efeito colateral de toda essa história? A fortuna pessoal de Jeff Bezos, o chefão do pedaço, também andou acompanhando o crescimento do negócio e, finalmente, chegou a 12 dígitos. Ou 100.000.000.000 de dólares, se você preferir

Sim, estamos falando de um valor estimado de US$ 100 bilhões concentrado em uma única pessoa, com a marca tendo sido alcançada na última sexta-feira (24), durante uma das datas comerciais mais importantes do ano. A velocidade com que Bezos chegou a esse número é um indício forte que o executivo não vai descansar enquanto não se tornar a pessoa mais rica do mundo tendo uma boa folga para o segundo colocado.

É bom frisar que, apesar de a Black Friday da Amazon ter sim contribuído para essa corrida final ao centésimo bilhão – com o site sendo responsável por metade de todas as vendas online da BF deste ano nos EUA –, é o desempenho favorável da companhia ao longo de todo o ano de 2017 que foi um dos principais fatores para fechar essa cota sem muitos problemas.

Ok, ok, mas o que é possível fazer com toda essa grana? Difícil dizer, mas o CEO da Amazon já teve gastos modestos como comprar o Washington Post por “míseros” US$ 250 milhões e separar US$ 1 bilhão anual para financiar os projetos espaciais de sua Blue Origin. É tanto dinheiro que, recentemente, Bezos foi ao Twitter para perguntar aos seus seguidores que tipo de ação filantrópica ele poderia fazer para resolver problemas urgentes e que tivessem impacto a longo prazo na sociedade.

Igual ou diferente?

Esse tipo de pensamento deixa aquela dúvida se o executivo pretende, eventualmente, seguir o caminho de outro bilionário e filantropo famoso: Bill Gates, que chegou aos US$ 100 bilhões em 1999. Como ninguém mais havia reproduzido o mesmo feito desde então, vai ser bem interessante acompanhar a trajetória de Bezos e conferir o que ele vai fazer de diferente em relação ao fundador da Microsoft – tendo os mesmos recursos que ele à sua disposição.

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