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Preparando terreno para jogo AR de Harry Potter, Niantic capta US$ 200 mi

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Ao que parece, dinheiro não será um dos problemas da Niantic no desenvolvimento do jogo de realidade aumentada da franquia Harry Potter. Isso porque, na última sexta-feira (24), a criadora do Pokémon GO revelou que conseguiu arrecadar nada menos que US$ 200 milhões (pouco mais de R$ 645 milhões) em uma nova rodada de investimentos.

A empreitada foi liderada pela Spark Capital e tudo indica que o fundo está levando o negócio bastante a sério, já que destacou até uma de suas parceiras, Megan Quinn, para integrar o board do estúdio mobile. Considerando o quanto a empresa fez com os monstrinhos virtuais – uma renda que ultrapassou US$ 1,2 bilhão (R$ 3,87 bilhões) no meio deste ano – e o potencial do universo criado por J. K. Rowling, dá para entender muito bem a aposta.

O chefão da Niantic, como já era de se esperar, também está feliz com a conquista. “Estamos empolgados em trabalhar com NetEase, Spark e nossos outros novos investidores. Esta rodada vai permitir que busquemos novas oportunidades estratégicas e melhorar nossa capacidade de fazer investimentos a longo prazo na realidade aumentada”, explicou o CEO John Hanke ao VentureBeat.

Ainda não há data para o lançamento de Harry Potter: Wizards Unite, mas a ideia é que o game deixe que jogadores ao redor do mundo aprendam feitiços, explorem o mundo real e descubram segredos conforme avançam em sua jornada. Inimigos, monstros e bestas lendárias não devem faltar no pacote, claro. Será que o app repete o sucesso de Pikachu e companhia nas ruas?

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