Se uma pesquisa encomendada pela Qualcomm ao Ibope servir de parâmetro, o brasileiro não está muito confortável com a “moda” de trocar de smartphone anualmente. Segundo os dados levantados pelo instituto de pesquisa, 91% dos usuários ficam com o mesmo aparelho por mais de um ano.

Caso queira fazer um comparativo, em 2014 esse número era um pouco menor (50%). Apesar de não indicar os exatos motivos mencionados por cerca de 800 pessoas que participaram da entrevista (o grupo incluía homens e mulheres das classes A, B e C, com idades entre 18 e 54 anos e de todas as partes do Brasil), tudo leva a crer que a crise financeira que afeta o nosso país pode ser um dos fatores para essa tomada de decisão.

Dois chips e mais diversão

A pesquisa também informa que 70% dos smartphones espalhados pelo país possuem espaço para dois chips, mas apenas 40% dos entrevistados afirmaram ter dois números funcionando no mesmo celular. Além disso, o número de aparelhos praticamente dobrou em dois anos, passando de 19% de presença entre os consumidores em 2014 para 40% atualmente.

O número de aparelhos praticamente dobrou em dois anos, passando de 19% de presença entre os consumidores em 2014 para 40% atualmente

Quanto ao uso dos celulares inteligentes, 57% afirmam que ele é útil para diversão, enquanto 24% afirmam usá-lo para o trabalho. Dentre os entrevistados, 37% mencionaram que recorrem aos seus smartphones para enviar mensagens, enquanto 75% revelaram as redes sociais como as maiores “comedoras de bateria”. Outros 75% disseram que as câmeras de seus aparelhos são utilizadas constantemente.

Por fim, os entrevistados revelaram que a bateria seria o principal atributo a ser analisado caso trocassem de smartphone, seguido por capacidade de armazenamento e maior resistência a quedas, respectivamente.

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