(Fonte da imagem: Divulgação The Huffington Post)

O cientista Anthony Atala, da Universidade de Wake Forest (EUA), apresentou um novo método de sintetização de órgãos humanos que pode trazer uma verdadeira revolução para a forma como tratamos doenças hoje. A técnica faz o uso de algo que se parece com uma impressora para construir os órgãos de reposição a partir de amostras retiradas do paciente que vai recebê-los.

O material usado pela impressora são células vivas criadas em culturas especiais, agindo como um ligamento que mantém o tecido unido. Órgãos sólidos, como rins, fígados e até o coração, poderiam ser sintetizados camada a camada, da mesma forma que já é feito com vários componentes da indústria.  

Há tempos que a ciência e a medicina têm somado forças para encontrar formas de substituir os órgãos reais para o transplante nos seres humanos. Estima-se que, no mundo todo, um paciente morre a cada 30 segundos por ser vítima de doenças que poderiam ser tratadas com a substituição de tecidos. A impressão tridimensional dos órgãos ainda é experimental, mas já é a grande aposta da sintetização de tecidos no futuro.

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