Sexta-feira (4), a LG Electronics demitiu 453 funcionários da fábrica de Taubaté, no interior de São Paulo (SP). Após o anúncio, a companhia comentou que a medida serve para "adequar a produção à demanda". Não podia ser diferente: a decisão causou revolta entre empresa, ex-funcionários e sindicalistas. Contudo, outra confusão está acontecendo: entre os trabalhadores que ficaram e os sindicalistas.

De acordo com o G1, os funcionários da LG que não aderiram à greve foram escoltados pela Polícia Militar após dois dias de confusão para entrarem na empresa. Segundo a matéria, os sindicalistas esperam que os funcionários também participem de uma paralisação que começou após a demissão em massa.

As informações indicam que 35 policias fizeram a escolta de 17 ônibus de funcionários. Ainda, foi montado um cordão de isolamento na entrada da fábrica. A LG comentou que a Justiça já concedeu uma liminar que impede que os sindicalistas barrem o acesso de empregados.

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