A Lenovo é a terceira maior fabricante de smartphones do mundo. Segundo informa a empresa em relatório sobre seu primeiro trimestre após a compra da Motorola, 18,7 milhões de celulares foram vendidos até março; durante todo o ano fiscal de 2014/2015, 76 milhões destes dispositivos saíram das gôndolas do mercado para as mãos dos consumidores.

Dentre smartphones, tablets e televisões inteligentes, a receita foi de US$ 2,8 bilhões apenas durante os três meses levados em conta. Ao todo, US$ 11,3 bilhões em receita foram angariados, o que corresponde a um crescimento de 21% em comparação com o mesmo período do ano passado.

As vendas de PC foram recordes também no trimestre registrado, com 60 milhões de unidades comercializadas. Somados a outros serviços, os setores de celular, tablets e de servidores correspondem a 37% de toda a receita – em 2014, essa taxa ficou em 17%.

Mas os bons resultados divulgados pela fabricante não são capazes de disfarçar os tempos nublados que o segmento de computadores enfrenta. Com cada vez mais usuários de dispositivos móveis, os PCs têm tido de se reinventar para conquistar o consumidor. É o que admite Yan Yuanqing, CEO da Lenovo.

“No que diz respeito às oportunidades e desafios dessa nova era da internet, estamos prontos para nos transformar de uma fabricante de hardwares para uma empresa capaz de combinar hardware e dispositivos de software. Isso vai gerar uma nova onda de crescimento para a Lenovo durante os próximos anos”, disse o executivo.

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