Empresa mostrou como já está realizando testes com LED azul. (Fonte da imagem: Reprodução/MIT Technology Review)

Equipamentos que podem ser utilizados no seu corpo, bem ao estilo Google Glass, devem se tornar mais comuns e práticos em um futuro não muito distante. Isso deve acontecer por conta de uma tecnologia mais simplificada proveniente do LED que conhecemos hoje. Esse novo formato está sendo desenvolvido por uma startup chamada Luminode que pretende acabar com os filtros de cor em displays desse tipo.

Basicamente, a ideia é substituir os filtros que dão a cor para as unidades de LED por uma técnica que faz o próprio diodo luminescente mudar sua coloração. Assim, os painéis seriam mais finos, mais brilhantes e gastariam menos energia para emitir a mesma quantidade de luz que se vê no formato atual.

O CEO da empresa, Vincent Lee, explica que, quando seu produto estiver pronto, telas em LED poderão ser 30 vezes maiores e, ainda assim, se tornarem 10 vezes mais eficientes energeticamente.

Como a tecnologia da Luminode ainda está em desenvolvimento, não há como saber quando ela poderá começar a integrar dispositivos como smartphones, tablets e TVs. Contudo, Lee explica que a sua nova técnica requer os mesmos equipamentos e procedimentos utilizados hoje pra produzir painéis de LED atuais. Ou seja, não deve ser haver problemas para iniciar a produção em massa de equipamentos do tipo ou grandes investimentos a serem feitos.

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