O neozelandês Jarryd Hector, de 22 anos, vai passar quatro meses em detenção especial e terá que realizar 150 horas de serviços comunitários. A pena? Ele apontou um laser para o cockpit de um avião tripulado e próximo da aterrissagem, ameaçando a vida de passegeiros e tripulação.

Segundo o The New Zealand Herald, o incidente aconteceu em 2012, mas a pena saiu há pouco tempo. Possivelmente sob o efeito de drogas como maconha e álcool, o rapaz estava em uma festa na região de Musick Point quando apontou um feixe de laser na cor verde para uma aeronave Boeing 737, que carregava 113 passageiros e cinco tripulantes da companhia aérea. Segundo o piloto e o copiloto, por cerca de 30 segundos toda a equipe ficou distraída com o acontecimento, além de não conseguir olhar diretamente para o ponto de origem da luz.

O piloto noticiou o controle de tráfego, que logo chamou a polícia. Na abordagem inicial, o suspeito negou ter apontado o laser para o avião, alegando que só fez a brincadeira com amigos. Fora o serviço comunitário, a pena de Hector consiste em quatro meses de "detenção comunitária", uma punição que envolve monitoramente via GPS na residência do sujeito, além de ter que obedecer a um toque de recolher e participar de reuniões sobre uso de drogas.

E ele deu sorte: o Arstechnica aponta que um caso parecido em Fresno, nos Estados Unidos, rendeu 14 anos de prisão a um homem que apontou um laser para um helicóptero que transportava uma criança em condições graves de saúde.

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