(Fonte da imagem: Reprodução/Telegraph)

A União Europeia passou a permitir que empresas alimentícias imprimam o nome das marcas ou as logos de suas companhias em seus produtos, como frutas e vegetais.

A impressão ocorre por lasers específicos, capazes de marcar somente a superfície do alimento. O fato gerou certa polêmica no velho continente, especialmente entre as mercearias.

A legislação, que demandou três anos para ser aprovada, foi liderada por uma empresa da Espanha chamada Laser Foods (adequado, não?), que criou uma tecnologia para imprimir em massa as logos da empresa nos seus alimentos colhidos.

Os lasers do aparelho criado pela Laser Foods podem imprimir pequenas marcas em diferentes tipos de alimentos, como bananas ou tomates, sem danificá-los por isso. Os desenvolvedores garantem que os lasers não prejudicam os produtos e nem causam qualquer tipo de mal à saúde dos consumidores.

A polêmica das frutas tatuadas

A tecnologia é tão específica e eficiente que podem ser impressos até códigos de barras nos alimentos. A objeção inicial da União Europeia quanto ao assunto não eram os lasers, porém a utilização de duas substâncias químicas (óxidos e hidróxidos de ferro) capazes de clarear as impressões e facilitar a identificação da imagem.

A máquina mais rápida da Laser Foods pode imprimir mais de 50 mil imagens e códigos em frutas ou vegetais em somente uma hora. Chamadas por alguns de "alimentos tatuados", os produtos com as marcas podem facilitar a identificação da origem das mercadorias, assim como impedir que tenhamos que tirar com os dedos as etiquetas que são coladas em alguns dos alimentos. 

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