(Fonte da imagem: Apple/Divulgação)
25 milhões. Essa é a quantidade de iPads 1 e 2 que a Apple vendeu até junho de 2011. O “iPhonão”, como disseram alguns no lançamento da primeira versão, em referência à semelhança do produto ao iPhone, fez jus à maçã que carrega e entrou para a história.

Depois do computador pessoal e do telefone celular, Steve Jobs, ex-CEO e cofundador da Apple, revolucionou novamente, dando abertura para um segmento de mercado que há muito havia sido deixado de lado: os tablets.

Tablet = iPad

Enquanto o iPad 1 vendia 700 mil unidades apenas em seu primeiro final de semana, a concorrência fritava neurônios que, indecisos, ficavam entre apostar ou não no novo segmento de eletrônicos.

A resposta demorou a aparecer e, meses depois, Samsung, Motorola e algumas marcas chinesas resolveram se mexer. Já era tarde demais: o iPad dominou, nos primeiros meses de 2011, mais de 90% do mercado e virou sinônimo de tablet, assim como Coca-Cola é de refrigerante. 

O Galaxy Tab, da Samsung, tinha duas câmeras e formato reduzido; o Motorola Xoom trazia um processador para lá de potente; e o chineses... Bom, os chineses custavam menos que os US$ 399 cobrados pelo modelo de iPad mais simples.

iOS, o responsável pelo sucesso

Apesar da visível diferença em termos de hardware e preço, o iPad permaneceu como sonho de consumo e garantiu muitos milhões nos cofres da Apple. Especialistas garantem: o sucesso do iPad não se deve única e exclusivamente à brilhante maçã estampada, mas a uma coisa muito mais complexa – porém não menos brilhante: o software.

Enquanto a concorrência, em sua grande maioria, confia no Android, o sistema operacional móvel da Google, o iPad conta com o iOS, o mesmo software que garantiu o sucesso pleno e contínuo do iPhone, anos antes. Com aparência e funcionamento suaves, o iOS é intuitivo o suficiente para conquistar diversos tipos de públicos, uma vez que não requer grandes aprendizados ou truques – diferente do Android. (Fonte da imagem: Apple/Divulgação)

A grande vantagem do sistema operacional móvel da Apple, entretanto, está em sua base de usuários e desenvolvedores: são mais de 500 mil aplicativos, entre gratuitos e pagos. Os fãs estão certos quando dizem o famoso bordão “tem um app para tudo”. Com tamanha quantidade de apps oferecidos, a variedade e a própria qualidade são meras consequências. 

O questionamento que se faz à Motorola, empresa recentemente comprada pela gigante Google, Samsung e outras é: o que fazer com poder de processamento, design e câmeras se não há bons aplicativos para rodar? Apesar de sua câmera deficiente, mesmo no iPad 2, performance questionável e funções do iOS que precisam de melhorias, o tablet da Apple ainda é rei.

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